sentindo-se para baixo por alguns momentos
sentindo-se para baixo por alguns momentos
sentindo-se para baixo por alguns momentos
ouça o som de seu coração que não para
veja ao longe a multidão que se aglomera
o tumulto se aproximando
e você não compreende
toda essa agitação
pessoas e mais pessoas
até que seu momento chega
com uma música
que te controla até a essência
sentindo-se bem nesta noite encantadora
sentindo-se bem nesta noite encantadora
sentindo-se bem nesta noite encantadora
nunca esquecerei os altos e baixos
a correria e o sufoco...
segunda-feira, 7 de abril de 2014
domingo, 6 de abril de 2014
Do céu
As feridas secaram
e a maré já baixou
mortos se levantaram
quando o sol não raiou...
povos se enfrentaram
a verdade se calou
e portas se fecharam
para quem não falou...
Do céu o perigo veio
com pompas de herói
sociável e bem
para controlar os fracos e perdidos
eu corri para me salvar
do perigo, de automóvel dourado
Anos passados e a sombra no céu
os mortos reinam para aquele que chegou
e poucos são os vivos da época
o herói revelou-se quando dominou
mas era tarde para a revolta
eu corri e me salvei do erro
eu corri e me tornei um erro (para o mal)
e a maré já baixou
mortos se levantaram
quando o sol não raiou...
povos se enfrentaram
a verdade se calou
e portas se fecharam
para quem não falou...
Do céu o perigo veio
com pompas de herói
sociável e bem
para controlar os fracos e perdidos
eu corri para me salvar
do perigo, de automóvel dourado
Anos passados e a sombra no céu
os mortos reinam para aquele que chegou
e poucos são os vivos da época
o herói revelou-se quando dominou
mas era tarde para a revolta
eu corri e me salvei do erro
eu corri e me tornei um erro (para o mal)
sábado, 5 de abril de 2014
Aurora Boreal
(olhe o teu céu e se veja nele!)
em um dia tolo de qualquer tempo
todos têm suas mãos atadas
por aquilo que mais temem na vida
entenda isso e peça mais um tempo
olhe o teu céu e se veja nele!
trace sua linha divisória entre
aquilo que quer e aquilo que resta
some seus pontos e saia sorrindo
algumas das sombras serão inimigas
mas outras poderão te esconder do mal
assim, descubra o que realmente quer
e não se importe com o som da ladainha
olhe o teu céu e se veja nele!
os dias passam rápidos agora
queira mais e busque por mais
entenda isso e peça mais tempo
em um dia tolo de qualquer tempo
todos têm suas mãos atadas
por aquilo que mais temem na vida
entenda isso e peça mais um tempo
olhe o teu céu e se veja nele!
trace sua linha divisória entre
aquilo que quer e aquilo que resta
some seus pontos e saia sorrindo
algumas das sombras serão inimigas
mas outras poderão te esconder do mal
assim, descubra o que realmente quer
e não se importe com o som da ladainha
olhe o teu céu e se veja nele!
os dias passam rápidos agora
queira mais e busque por mais
entenda isso e peça mais tempo
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Súplicas
Há opresores nos capturando
dez de nossa equipe já foram presos
Torturados (quem sabe?) para falar
corra! se salve para não haver súplicas
Pule no fogo (que seja fogo!)
livre-se do medo (seja o terror)
Ataque seu reflexo e remova
tua ira dos olhos
Nas ruas eles estão por todo lado
há informantes entre nós (você é?)
Cuidado com seus movimentos e sonhos
preocupe-se consigo (continue vivo!)
Pule no fogo (que seja fogo!)
livre-se do medo (seja o terror)
Ataque seu reflexo e remova
tua ira dos olhos
Não há mais charme
Não há mais sofisticação
e as faces pedem súplicas
por um paraíso de paz e sol.
dez de nossa equipe já foram presos
Torturados (quem sabe?) para falar
corra! se salve para não haver súplicas
Pule no fogo (que seja fogo!)
livre-se do medo (seja o terror)
Ataque seu reflexo e remova
tua ira dos olhos
Nas ruas eles estão por todo lado
há informantes entre nós (você é?)
Cuidado com seus movimentos e sonhos
preocupe-se consigo (continue vivo!)
Pule no fogo (que seja fogo!)
livre-se do medo (seja o terror)
Ataque seu reflexo e remova
tua ira dos olhos
Não há mais charme
Não há mais sofisticação
e as faces pedem súplicas
por um paraíso de paz e sol.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Canção da Esperança
Por favor Esperança dê-me sua mão
Lembre-se que eu sempre te amei, te esperei
e agora eu preciso de você...
Esperança, abraça-me forte agora
abra suas asas sob mim
dê-me algum motivo para continuar
Continuar a vida junto de ti
Esperança, aqueça-me em teu âmago
abra suas asas sob mim
ajuda-me a vencer quaisquer barreiras
Quaisquer provas que virão
Esperança, ensina-me a viver, alimente-me
Vigia-me, Olha-me, Consola-me
Empurra-me, Abraça-me, Nutra-me
Ama-me...
Por favor Esperança dê-me sua mão...
Lembre-se que eu sempre te amei, te esperei
e agora eu preciso de você...
Esperança, abraça-me forte agora
abra suas asas sob mim
dê-me algum motivo para continuar
Continuar a vida junto de ti
Esperança, aqueça-me em teu âmago
abra suas asas sob mim
ajuda-me a vencer quaisquer barreiras
Quaisquer provas que virão
Esperança, ensina-me a viver, alimente-me
Vigia-me, Olha-me, Consola-me
Empurra-me, Abraça-me, Nutra-me
Ama-me...
Por favor Esperança dê-me sua mão...
quarta-feira, 2 de abril de 2014
O último degrau
hey você que está sob nós
daqui de baixo não me parece
tão superior
apenas desça um degrau
você se esconde dos outros
nestes trajes de fina estampa
tão superior
quando as nuvens do céu
hey você que levanta sua mão
contra os que estão abaixo
sendo o único
no último degrau
desça até mim
e se mostre responsável por algo
desça até mim
e demonstre alguma tolerancia
você não é santo
você não é ancião
você não é sábio
hey seu lunático
desça um degrau
e enfrente a todos nós
desça um degrau
e veja como estamos
desarmados
desça um degrau
e acabe com sua encenação
daqui de baixo não me parece
tão superior
apenas desça um degrau
você se esconde dos outros
nestes trajes de fina estampa
tão superior
quando as nuvens do céu
hey você que levanta sua mão
contra os que estão abaixo
sendo o único
no último degrau
desça até mim
e se mostre responsável por algo
desça até mim
e demonstre alguma tolerancia
você não é santo
você não é ancião
você não é sábio
hey seu lunático
desça um degrau
e enfrente a todos nós
desça um degrau
e veja como estamos
desarmados
desça um degrau
e acabe com sua encenação
terça-feira, 1 de abril de 2014
Sob a tempestade
com os braços abertos recebo a tempestade
em meio ao campo as nuvens se agitam
raios caem ao meu lado
e não os temo mais
com os braços abertos
esqueci da luz do dia
e de como tudo era fácil
desejando ver o outro lado
com os braços abertos espero pela nova jornada
nesta solidão que não irá me consumir mais
apenas um desejo tolo
e o não querer outra coisa além
com os braços abertos
sob essa chuva torrencial
vou lhes mostrar o caminho
em que tudo mudará
com os braços abertos eu desisto de mim
para ser outra coisa
para ser mais do que simplesmente isso...
em meio ao campo as nuvens se agitam
raios caem ao meu lado
e não os temo mais
com os braços abertos
esqueci da luz do dia
e de como tudo era fácil
desejando ver o outro lado
com os braços abertos espero pela nova jornada
nesta solidão que não irá me consumir mais
apenas um desejo tolo
e o não querer outra coisa além
com os braços abertos
sob essa chuva torrencial
vou lhes mostrar o caminho
em que tudo mudará
com os braços abertos eu desisto de mim
para ser outra coisa
para ser mais do que simplesmente isso...
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